
terça-feira, 21 de julho de 2009
domingo, 29 de março de 2009
Tobi Vail uma desconhecida amante de Kurt Cobain
Enquanto ainda namorava Tracy Marander, Kurt Cobain conheceu e se apaixonou por uma garota chamada Tobi Vail, (nascida em 20 de julho, 1969) é uma música, ativista e teórica feminista de Olympia, Washington. Ela formou uma das suas primeiras bandas como a baterista para o The Go Team quando possuía 15 anos de idade, mais tarde colaborando em vários outros grupos como Bikini Kill.Essa mulher despertou a paixão no cantor, que se separou de Tracy para ficar com ela, mesmo o namoro deles sendo bastante complica e Kurt convivendo com a culpa de ter largado Tracy, que sempre o ajudou e o anparou em tudo, então, ele se via numa situação que para ele era o fim...
Ele ate compos uma música que fala sobre Tobi, a famosa Aneurysm que ainda é um sucesso no mundo todo !
Segue letra...
Aneurysm (tradução)
Nirvana
Composição: Kurt Cobain
Aneurisma
Venha aqui e dance o twist, uh, huh.Exagere e você passa mal, uh, huh.Te amo tanto que dá enjôo, uh, huh.Venha aqui e dance o twist, uh, huhMe bata fora de mim, bata, bata.Venha aqui e dance o twist, uh, huh.Exagere e você passa mal, uh, huh.Te amo tanto que dá enjôo, uh, huh.Venha aqui e injete essa porcaria, uh, huh(Venha aqui e atire essa porcaria uh, huh).Me bata fora de mim, bata, bata.Aaaaaahhh....Ela continua pulsando diretamente ao meu coração
Ele ate compos uma música que fala sobre Tobi, a famosa Aneurysm que ainda é um sucesso no mundo todo !
Segue letra...
Aneurysm (tradução)
Nirvana
Composição: Kurt Cobain
Aneurisma
Venha aqui e dance o twist, uh, huh.Exagere e você passa mal, uh, huh.Te amo tanto que dá enjôo, uh, huh.Venha aqui e dance o twist, uh, huhMe bata fora de mim, bata, bata.Venha aqui e dance o twist, uh, huh.Exagere e você passa mal, uh, huh.Te amo tanto que dá enjôo, uh, huh.Venha aqui e injete essa porcaria, uh, huh(Venha aqui e atire essa porcaria uh, huh).Me bata fora de mim, bata, bata.Aaaaaahhh....Ela continua pulsando diretamente ao meu coração
O Suicídio de Cobain representou o fim do cenário grunge mundial?



Quando a edição do jornal Los Angeles Times de quarta-feira, 6 de abril, chegou às bancas, noticiando que o Nirvana estava fora da edição 94 da turnê Lolapallooza - uma excursão com tudo para figurar entre as três maiores atrações do próximo verão americano -, e enfatizando os rumores que a banda teria acabado, provavelmente Kurt Cobain já estava morto.O corpo foi encontrado às 8h30 da manhã de sexta-feira, 8 de abril, por um eletricista que foi consertar o sistema de alarme na casa do músico, em Seattle. Inicialmente, ele pensou tratar-se de um "manequim jogado no chão". Cobain estava com o revólver calibre 38 ainda sobre o peito, apontando para o queixo e um bilhete suicida sob um vaso derrubado. Conforme os médicos legistas, a morte de Kurt, com um tiro na cabeça, teria ocorrido de 24 a 48 horas antes da descoberta.A verdade é que nos bastidores, fora dos olhos do público e da maior parte da imprensa, o caso andava muito sério. Apesar de repetidas insinuações e de tentativas de suicídio anteriores, ninguém foi capaz de conter o ímpeto auto-destrutivo do músico.Lida hoje, sua entrevista à revista Rolling Stone no final do ano passado e publicada em janeiro de 94-chamada "O sucesso Não É Um saco - e morbidamente profética. Kurt dá a entender que o Nirvana havia chegado ao fim da linha. E que seu destino era incerto. Mas, acima de tudo, mostrava-se perdido e desiludido com a fama e o sucesso.Se por um lado Nevermind inaugurou urna revolução estética e mercadológica no rock - algo equivalente ao movimento punk - por outro Cobain se sentia frustrado. Ele estava prisioneiro da canção-ariete ("Smells Like Teen Spirit") e de toda badalação em torno do grunge-rock de Seattle, decorrente do sucesso daquela música e da transformação de Kurt Cobain em cone da música pop."Fomos incapazes de mostrar o lado mais suave, mais dinâmico da banda", disse Kurt na entrevista. "O som pesado de guitarra é o que garotada quer ouvir. Gostamos de tocar (as coisas antigas), tuas até quando eu serei capaz de gritar até arrebentares pulmões toda noite, durante um ano inteiro de turnê?" Num trecho mais sombrio, Kurt admitiu que, nos últimos cinco anos, havia desejado a morte "todos os dias", por causa de dores estomacais. "Muitas vezes cheguei bem perto."No dia 3 de março, em Roma, Kurt Cobain mergulhou em vinte horas de coma depois de misturado champanhe e comprimidos de Roypnol. Apesar da versão oficial ter sido a de que Cobain estaria tomando o remédio para combater problemas estomacais e sua gripe, é sabido que a droga geralmente é usada para tratar pessoas com ansiedade e insônia.Outro incidente, entretanto, este ainda mais apavorante, foi revelado somente após sua morte. Por duas vezes a polícia de Seattle havia sido contactada pela família do músico, diante de suas ameaças suicidas. A última foi no dia 18 de março-treze dias depois dele ter emergido do coma -, quando ele se trancou num quarto de sua casa com quatro armas diferentes, prometendo se matar - e de lá só saiu depois da interferência da polícia.Entre a frustrada tentativa de suicídio e a morte, de novo a fragilidade de espírito de Cobain seria testada. A gravadota Geffen e pretensamente todo o Nirvana concordaram em relançar o disco In Utero com uma nova capa e uma nova versão de "Rape Me" - agora rebatizada de "Waif Me" - para apaziguar grandes redes de lojas (como a Wal Mart), que se recusavam a vender o disco em sua encarnação original.Pata um a pessoa que sequer conseguiu lidar com o "barato e a vergonha de se tornar um popstar internacional" a capitulação à auto-censura ¿ ainda que sob o argumento de atender fãs que nunca conseguiriam comprar o discoa não ser em lojas conservadoras como a Wal Mart - isso corresponderia a um golpe de misericórdia na auto-estima de Cobain.Numa derradeira tentativa de ajudar Kurt dias antes do suicídio, Courtney Love realizou uma reunião com ele, mais diversos amigos, colegas e parentes para tentar "assustá-lo" a ponto de motivar um fim no envolvimento do músico com drogas pesadas - como a heroína, Courtney também havia pedido à polícia que "checasse" sua casa em Seattle regularmente enquanto ela estivesse em Los Angeles, para promover o primeiro álbum do Hole para a gravadora Geffen, Live Through This - que foi lançado, afinal, na terça-feira, dia 12 de abril, debaixo de todo o debate em torno da morte de Cobain. Segundo a polícia, a casa foi checada regularmente, mas nunca ninguém viu viv'alma dentro dela, até a descoberta do corpo de Cobain, feita pelo eletricista."Sou uma pessoa demasiadamente errática, temperamental", escreveu Kurt em sua nota suicida lida por Courtney Love pela primeira vez, em parte, numa fita tocada para os mais de três mil fãs reunidos no domingo, dia 11, em torno da Space Needle, o marco arquitetônico mais importante de Seattle, durante a vigília à luz de velas em memória do músico. O recado continuava: "E perdi a paixão."Courtney Love, com aquela voz rouca e anasalada de quem acabou de chorar muito, comentou trechos do bilhete. "Há anos venho me sentindo culpado", escreveu o músico, "e o fato é que não consigo mais enganar nenhum de vocês. O pior crime é enganar". Courtney Love emendou: "Errado: o pior crime é ir embora". Mais adiante, quando Kurt citava Neil Young - "Melhor arder do que se esvair aos poucos" - novamente Courtney interferiu, com voz cheia de raiva: "Não acreditem nisso!"Com Kurt morto, o Nirvana oficialmente deixa de existir. Os caminhos viáveis para os dois terços restantes da banda: enterrar o passado e começar do zero, com identidade musical nova, a exemplo do que o Joy Division fez ao se transformar em New Order depois que Ian Curtis se matou, ou partir cada um em sua trilha. Mas se Cobain ainda estivesse vivo, o Nirvana teria morrido, de qualquer forma, "Gostaria de trabalhar com pessoas que fossem o oposto total do que eu estou fazendo agora", disse Kurt na Rolling Stone. "Esgotamos as possibilidades, chegamos a um ponto em que começamos a nos repetir".O ideal de Kurt era atingir a mesma posição de uma das suas bandas favoritas, o R.E.M. - ele até planejava, antes de morrer, compor e gravar com Michael Stipe. "Não sei como desfazem", disse Cobain na entrevista. "Deus, eles são os maiores. Eles têm lidado com o sucesso como se fossem santos e continuam fazendo uma ótima música". Enquanto isso, o Nirvana, na visão do músico, "empacou. Nós fomos categorizados. Grunge é um termo tão forte quanto new wave. E você não consegue escapar dele. E (junto com o termo você também) vai sair de moda."O maior inimigo de Cohain, porém, não era a ganância cínica da indústria do rock, nem os detratores que o escalaram para o Cristo do Momento, tampouco a pretensa limitação de horizontes determinada por seus próprios companheiros de banda, menos ainda todas as pressões do sucesso. O maior inimigo de Kurt Cobain chamava-se Kurt Cobain.A falada "auto-medicação" com heroína, a sensação de impotência criativa, a falta de força para lidar com a saraivada de ataques que advém de um sucesso fenomenal, são todos os sinais de uma personalidade frágil, problemática, depressiva, que precisava de cuidados médicos intensivos e - acima de tudo - de supervisão 24 horas por dia, tipo homem-a-homem.O ato desesperado de Cobain não deve ser visto como um auto-sacrifício em nome da arte, nem como um acidente infeliz que o elevou a mártir. O suicídio foi apenas mais uma maneira estúpida e infrutífera do músico tentar solucionar os problemas que não se resolvem com armas na têmpora, mas sim com remédios, tratamento, apoio e conversa.A maioria dos fãs, embora chocada com a morte do músico, admite que o que Kurt Cobain fez não se justifica e não serve a coisa alguma, a não ser, apenas em termos imediatos, para aumentar temporariamente a venda de discos do Nirvana - desde que ele morreu, os álbuns da banda começaram a desaparecer das prateleiras das lojas em tempo recorde. Alguns lojistas notaram que entre os compradores havia um contigente com mais de 40 anos - gente que em outras circunstâncias jamais compraria discos do Nirvana. Outra conseqüência: os primeiros discos da banda, o compacto "Love Buzz/Big Cheese", de 88, e o álbum Bleach, do ano seguinte, ambos lançados pela Sub Pop, são agora o quindim dos colecionadores."Ele (agiu como) um moleque", rosnou um fã numa entrevista ao jornal San Francisco Chronicle. "Imagine, se matar deixando uma filha de dois anos para criar!". Outro fã, no mesmo jornal, foi mais adiante. "A garotada não vai sair se matando por causa disso. Para mim, (o ocorrido) só me fez perder o respeito por ele. Acho que Kurt deu um fim a seus problemas da forma errada."
sábado, 14 de março de 2009
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
5 anos depois da morte de Kurt








• Cinco anos depois do suicídio de Kurt, no dia 31 de maio de 1999, o memorial Day, Wendy organizou um culto final para seu filho. O plano era que Frances espalharia as cinzas de Kurt em um riacho atrás da casa de Wendy enquanto um monge budista recitaria uma oração. Naquela semana, Courtney e Frances já estavam de férias no noroeste. Depois da morte de Kurt, Courtney se tornaria intima de Wendy e havia comprado para ela uma casa de 400 mil dólares, com um grande terreno, nos arredores de Olympia.
Era nos fundos dessa casa que se planejava celebrar o culto e um punhado de parentes e amigos haviam sido convidados. Embora Wendy não convidasse pessoalmente Don, os empresários de Courtney o convidaram e ele compareceu. Mas algumas rixas de família ainda continuavam: Leland, que estava a apenas meia hora de distância — e passava a maioria de seus dias sozinho em seu trailer depois que Íris morreu em 1997 —, não foi chamado.
Courtney convidou Tracy Marander e ela compareceu, desejando dar um último adeus a Kurt. Quando Tracy chegou e viu Frances, ficou confusa com a beleza da menina — descalça, usando um vestido púrpura, os olhos marcadamente parecidos com os de um menino que ela outrora amara. Esse era um pensamento que ocorreria a Courtney todos os dias de sua vida.
Espalhar Kurt debaixo de sua ponte mistificadora teria sido uma espécie de justiça cruel e irônica literal — pela primeira vez, ele dormiria lá. mas, em lugar disso, enquanto o monge entoava as orações, Frances bean Cobain, com seis anos de idade, espalhou as cinzas do pai no riacho McLane — emas se dissolveram e flutuaram na corrente. Em diversos sentidos, este era, também, um local adequado para o descanso.
Kurt havia encontrado sua verdadeira musa artística em Olympia e, menos de oito quilômetros adiante, ele se sentava num apartamento insignificante, que cheirava a mijo de coelho, e compunha canções o dia inteiro. Essas canções sobreviveram a Kurt e até a seus demônios mais tenebrosos. Como certa vez observou seu pai adotivo temporário Dave Reed, numa das melhores sínteses já feitas sobre a vida de Kurt: "Ele tinha o desespero, não a coragem, para ser ele mesmo. Uma vez que você tem isso, você não pode dar errado, porque você não pode cometer nenhum erro quando as pessoas o amam por você ser você mesmo. Mas, para Kurt, não importava que as outras pessoas o amassem: ele simplesmente não se amava o bastante".
domingo, 12 de outubro de 2008
Era pra tocar Rape-Me




Uma batalha de vontades começou a ser travada entre os mandachuvas da MTV e Kurt, ainda em reabilitação, tendo Finnerty e a Gold Mountain como intermediários. A MTV ameaçou tirar o Nirvana do show: Kurt disse que isso era ótimo. a MTV ameaçou parar de exibir vídeos do Nirvana; Kurt disse que isso era ótimo, embora, no fundo, provavelmente estivesse receoso a respeito. E então a rede aumentou a parada e ameaçou parar de exibir vídeos de outros artistas agenciados pela Gold Mountain. Finnerty foi convocado para fazer o leva-e-traz entre os dois lados e se dirigiu de carro para o Exodus com Courtney, Frances e a babá Jackie para falar com Kurt, que tinha sido levado de volta á instituição logo depois do ensaio. Sentaram-se no gramado e discutiram as opções, mas nenhuma solução foi encontrada e Kurt teve de voltar correndo para a terapia. Cada esforço na reabilitação fazia com que a terapia passasse a ocupar parte maior em seu tratamento, embora ele ainda se recusasse a buscar aconselhamento quando não em reabilitação.
Kurt reconsiderou sua escolha da música, mas só depois que lhe disseram que Finnerty seria demitida se o nirvana tocasse "Rape Me". Os executivos da MTV ficaram visivelmente surpresos quando o Nirvana se apresentou para o ensaio final no dia do programa. Todos os olhos no salão se voltaram para Kurt quando ele entrou, e nesse momento ele estendeu a mão, agarrou a mão de Finnerty e desafiadoramente caminharam pelo centro do auditório, balançando exageradamente os braços, como duas crianças numa excursão de creche. Isso era feito inteiramente para os chefes da MTV: Kurt estava fazendo saber que se eles a despedissem, ele não tocaria na festa deles.
Esse ensaio em particular foi monótono. A banda tocou "Lithium", a música soou excelente e o pessoal da MTV aplaudiu, talvez um pouco entusiasmado demais. No entanto, quando todos esperavam o inicio do programa, circulou o boato de que quando a apresentação estivesse ao vivo, Kurt pretendia tocar "Rape Me". Era o tipo de tensão que envolvia as apresentações mais significativas do Nirvana e nela Kurt crescia.
Kurt reconsiderou sua escolha da música, mas só depois que lhe disseram que Finnerty seria demitida se o nirvana tocasse "Rape Me". Os executivos da MTV ficaram visivelmente surpresos quando o Nirvana se apresentou para o ensaio final no dia do programa. Todos os olhos no salão se voltaram para Kurt quando ele entrou, e nesse momento ele estendeu a mão, agarrou a mão de Finnerty e desafiadoramente caminharam pelo centro do auditório, balançando exageradamente os braços, como duas crianças numa excursão de creche. Isso era feito inteiramente para os chefes da MTV: Kurt estava fazendo saber que se eles a despedissem, ele não tocaria na festa deles.
Esse ensaio em particular foi monótono. A banda tocou "Lithium", a música soou excelente e o pessoal da MTV aplaudiu, talvez um pouco entusiasmado demais. No entanto, quando todos esperavam o inicio do programa, circulou o boato de que quando a apresentação estivesse ao vivo, Kurt pretendia tocar "Rape Me". Era o tipo de tensão que envolvia as apresentações mais significativas do Nirvana e nela Kurt crescia.
12 de janeiro de 1992 - Nova York
Era 12 de janeiro de 1992, uma manhã de domingo clara, mas fria. A temperatura na cidade de nova York acabaria se elevando aos 44 graus, mas ás sete da manhã, em uma pequena suíte do hotel Omni, era quase congelante.
Próximo ás portas duplas da suíte, uma meia dúzia de bandejas cobertas com os restos de vários dias de refeição do serviço de quarto.
Rolinhos semicomidos e fatias rançosas de queijo cobriam o tampo das bandejas e um punhado de moscas-das-frutas pairava sobre a alface murcha.Não era a situação típica de um quarto de hotel quatro estrelas — era conseqüência do aviso que alguém dera as arrumadeiras para ficarem longe do quarto. Eles Haviam alterado a placa "não perturbe" para "Nem Pense Em perturbar! Estamos Transando!".
Não houve nenhuma transa naquela manhã.Adormecida na cama gigante de casal estava Courtney Love, 26 Anos de idade. Ela estava vestindo uma combinação vitoriana e seus longos cabelos louros se esparramavam sobre o lençol como as tranças de uma personagem de conto de fadas. Ao seu lado havia a marca funda na roupa de cama de uma pessoa que havia recentemente se deitado. Como a cena de abertura de um filme noir, havia um corpo morto no quarto.
"Eu acordei ás sete horas da manhã e ele não estava na cama", lembrava-se Love.
"Nunca fiquei tão assustada".
Quem havia desaparecido da cama era Kurt Cobain, 24 anos de idade.
Menos de sete horas antes, kurt e sua banda, o Nirvana, haviam sido o número musical do SATURDAY NIGHT LIVE. Sua apresentação no programa se mostraria um divisor de águas na historia do rock-and-roll: a primeira vez que uma banda grunge havia recebido exposição nacional ao vivo na televisão. Foi no mesmo fim de semana em que o maior lançamento do Nirvana, Nevermind, batia Michael Jackson no primeiro lugar das paradas da Billboard, tornando-se o álbum mais vendido no país. Embora não fosse um sucesso da noite para o dia-a banda estava montada havia quatro anos —, a maneira pela qual o Nirvana Havia Tomado de surpresa a indústria musical não tinha precedentes.
Mas, nas primeiras horas daquela manhã, kurt não se sentia nem realizado nem com desejo de comemorar; quando muito, a atenção havia aumentado seu mal-estar habitual. Ele se sentia fisicamente doente, sofrendo daquilo que descreveu como "ardência nauseante e recorrente" em seu estômago, pioradas pelo estresse. A fama e o sucesso pareciam apenas fazê-lo sentir-se pior, Kurt e sua noiva, Courtney Love, eram o casal mais falado do rock-and-roll, embora parte disso fosse abuso de drogas. Kurt sempre acreditava que o reconhecimento de seu talento curaria as muitas dores emocionais que marcaram sua infância; o sucesso havia demonstrado a tolice dessa idéia e aumentaram a vergonha que ele sentia por sua vertiginosa popularidade coincidir com a escala no uso de drogas.
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